O movimento de corporações recuperadas, é uma maneira de gestão organizacional, em que os funcionários dirigem o processo de elaboração, normalmente, depois de um conflito com a gerência ou a sua retirada em ocorrência de decadência. Em algumas ocasiões, é chamada de fábrica recuperada, em razão de são representativas do movimento do setor industrial.
Em outubro de 2005, aconteceu o primeiro Encontro Latino-americano de Empresas Recuperadas, em Caracas, Venezuela, com representantes de 263 organizações de diferentes países protagonistas de situações econômicas e sociais aproximados. O encontro teve como principal acordo, o Tratado de Caracas um texto reivindicativo do movimento.
Ao mesmo tempo são as corporações recuperadas argentinas as mais representativas desta ação, principalmente depois da crise de dezembro de 2001 e também na duração da gestão operária. Dentro do grande movimento de corporações recuperadas, há também tendências.
Pela Argentina encontramos o Movimento Nacional de Fábricas Recuperadas e o Movimento Nacional de Organizações Recuperadas. E também grupos sem filiação. As ERT (Empresas Recuperadas por seus Trabalhadores) são exibidas como estratégia válida com mais de uma década de experiência sustentada que crescem em diferentes partes do povo (são paulo, Córdoba, Santa Fé, entre outras).
Novas ERT são: FaSinPat, Fábrica Brukman, Hotel BAUEN, Chilavert, IMPA (Indústrias Metalúrgicas e de Plásticos Argentina), Madeireira Córdoba e Cooperativa Têxtil Patagônia em Trelew. Em Porto Rico, o fenômeno das ” corporações recuperadas tem como origem o final de empresas subsidiárias de multinacionais, a maioria delas dedicadas à manufatura.
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Como consequência lógica dos fechos geram demissões em massa e queda nas regiões onde for sediada a corporação. Para o especialista João Paulo Martí de Uruguai, na atualidade, estima-se que entre vinte e trinta, as empresas recuperadas no povo.
a despeito de, em termos quantitativos, esta quantidade não é significativa, a originalidade do fenômeno e a sua perícia para dar resposta ao desemprego o tornam pertinente. No Uruguai são capazes de descobrir-se casos de empresas recuperadas pelos trabalhadores, perante a maneira de cooperativas de trabalho há mais de cinqüenta anos, como por exemplo, o Moinho micro computador world de Tacuarembó. Assim como houve organizações recuperadas por trabalhadores em meados da década de ’80, tendo como exemplo UCAR. Até o desfecho dos anos noventa e início do novo milênio, esse fenômeno volta a ter força.
Nos últimos anos, são cadastrados uma série de casos em que os trabalhadores, para afrontar o final de tuas referências de trabalho, recuperam a organização e a põem em marcha, normalmente perante a forma de cooperativas de trabalho. A recuperação de empresas é uma das modalidades que oferece origem às cooperativas de trabalho.
O mesmo conceito de corporação recuperada se presta a debates e discussões. Os estudos notabilizam que os trabalhadores, diante de uma circunstância limite como o fim da corporação, buscando uma solução que evite a perda do emprego, em um tema recessivo e de um mercado de trabalho saturado.
